Painel de Controlo Barudan BENT: Carregar um desenho, definir ordem de agulhas, centrar, fazer trace e iniciar (sem erros dispendiosos)

· EmbroideryHoop
Este guia prático conduz operadores de Barudan BENT pelo fluxo exacto mostrado no vídeo no painel de controlo: carregar um desenho a partir de USB, seleccioná-lo a partir da memória, rodá-lo, programar a sequência de agulhas/cores, mover manualmente para uma agulha preferida para facilitar a centragem, centrar com as teclas de setas (incluindo deslocação rápida), entrar em modo Drive, executar um trace de segurança para validar limites, iniciar a máquina, recuar pontos após uma quebra de linha e voltar ao modo Edit. Inclui ainda respostas às dúvidas recorrentes sobre emuladores de disquete/USB e ficheiros que “não aparecem”, e acrescenta verificações profissionais sobre montagem no bastidor, tensão e escolhas de estabilizador (entretela) para reduzir risco de choque no bastidor, desalinhamentos e desperdício de peças.
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Índice

Introdução ao painel de controlo Barudan BENT

Estar pela primeira vez em frente a uma Barudan BENT de 9 agulhas pode parecer entrar no cockpit de um avião sem manual. Há menus, ícones pouco óbvios e luzes de Drive a piscar num ritmo que intimida. Ao mesmo tempo, existe aquela vontade de começar a produzir… e o receio real de mandar uma agulha a alta velocidade contra um bastidor de plástico.

Como formador na área do bordado, a mensagem é simples: a máquina não “julga”; está apenas à espera de comandos claros.

Neste guia técnico, é apresentado o fluxo “do USB ao bordado” na Barudan BENT, tal como no vídeo. Mais do que carregar em botões, o foco está nos sinais de confirmação: os “beeps” e os pequenos comportamentos mecânicos que indicam que se está no caminho certo e seguro. Vai aprender a carregar um desenho, programar a sequência de cores (ordem de agulhas), centrar o bastidor com uma técnica de visada, fazer o trace para evitar colisões e, por fim, iniciar o bordado.

Também se abordam os problemas que mais custam dinheiro numa oficina: marcas do bastidor, logótipos fora do centro e a frustração de “os ficheiros não aparecem”. No final, fica com uma mentalidade de checklist que transforma ansiedade em confiança de produção.

Operator pressing the Floppy Disk icon (Button A) on the Barudan control panel.
Loading Design Menu

O que este fluxo o protege de evitar

No mundo do bordado comercial, uma Barudan é um verdadeiro “cavalo de batalha”. Executa exactamente o que lhe for mandado — incluindo conduzir uma agulha contra o bastidor a centenas de pontos por minuto, se o comando for esse. Este fluxo é a sua apólice de seguro operacional.

Ao seguir rigorosamente os hábitos de centragem e trace descritos abaixo, está a proteger-se de:

  1. Trauma mecânico: Bater no bastidor (pode partir o bastidor, danificar componentes do movimento e/ou o calcador).
  2. Perda de produto: Bordar um logótipo 3 mm fora do centro e transformar uma peça premium numa peça inutilizável.
  3. Ciclo de “voltar a montar no bastidor”: Perder tempo a repetir montagem no bastidor porque a primeira ficou torta.
Selecting a design file from the list using arrow keys.
File Selection

Carregar desenhos a partir de memória USB

Carregar um desenho é o “aperto de mão” entre o ficheiro digital e a máquina. Em modelos mais antigos como a BENT, é normal exigir alguma paciência — o processamento não é instantâneo.

Passo 1 — Abrir o ecrã de carregamento USB/memória

  1. Acção: Premir Menu.
  2. Acção: Seleccionar o ícone de Disquete/USB (no vídeo aparece como letra A no interface).
  3. Aguardar: Não premir mais nada. Observar o ecrã LCD.
  4. Métrica de sucesso: A lista de desenhos deve aparecer no lado direito do ecrã.

Nota crítica de experiência: É comum, no início, haver pressa: carrega-se e, ao fim de 2 segundos, assume-se que o USB “não presta”. Aguardar pelo menos 5–10 segundos. No vídeo, a lista demora a preencher; esse tempo faz parte do processo. Se se interromper a leitura, pode bloquear o menu.

Screen showing the Rotate Pattern menu with the 'F' icon orientation.
Pattern Rotation

Passo 2 — Seleccionar o desenho e gravá-lo na memória

  1. Navegação: Usar as teclas direccionais (setas) para seleccionar o ficheiro.
  2. Acção: Premir Enter.
  3. Verificação visual: Confirmar que o contador de pontos vai aumentando (a máquina está a ler os dados).
  4. Âncora auditiva: Aguardar pelo BEEP característico.

O beep é obrigatório. Se sair do ecrã antes do beep, o carregamento pode ficar incompleto e resultar numa paragem por dados corrompidos durante o bordado.

Operator selecting the Color Change menu (Boat icon C).
Entering Color Menu

Passo 3 — Confirmar o que está na memória da máquina

Não confiar; verificar sempre. No vídeo, é demonstrado o acesso à memória através do botão B (ícone: barco com três caixas) para ver os desenhos já carregados.

Porquê fazer isto? Numa oficina, é fácil pensar que se carregou “Logo_V2_Final” quando, na prática, ficou seleccionado “Logo_V1_Test”. Uma confirmação rápida do nome e do número de pontos ajuda a evitar erros de produção.

Opcional — Rodar o padrão (se necessário)

Se a estratégia de montagem no bastidor exigir que a peça entre “ao contrário” ou de lado, o ficheiro tem de acompanhar essa realidade.

  1. Ir ao menu Rotate Pattern (procurar o ícone F).
  2. Seleccionar a orientação pretendida. O “F” no ecrã representa a orientação final.
  3. Verificação visual: Confirmar que o “F” corresponde à forma como a peça está colocada no bastidor.
Programming the needle sequence on screen C1=4, C2=1.
Color Assignment

Atenção (dúvida recorrente): “Os meus ficheiros não aparecem”

Um dos momentos mais frustrantes para quem está a começar é ligar um USB e não ver nada. Nos comentários, repete-se a dúvida sobre desenhos guardados em DST que não aparecem no emulador.

Na maioria dos casos, não é avaria da máquina — é incompatibilidade de formatação/estrutura.

  • Estrutura de pastas: Muitos emuladores exigem um esquema específico (por exemplo, pastas numeradas do tipo DST001).
  • Limites de capacidade: Emuladores mais antigos de máquina de bordar barudan podem não ler pens maiores (por exemplo, acima de 2 GB ou 4 GB), por serem projectados para a era dos megabytes.
  • Nomes de ficheiro: Manter nomes curtos (idealmente até 8 caracteres) e evitar símbolos especiais (!, @, #) para maximizar compatibilidade.

Lógica de despiste: Alterar uma variável de cada vez: testar primeiro uma pen mais pequena; depois testar outro ficheiro; depois encurtar o nome.

Screen displaying the machine speed setting at 650 rpm.
Speed Check

Programar cores e sequência (ordem de agulhas)

Esta é a ponte entre o digital (cores do ficheiro) e o físico (agulhas/linhas montadas). Se falhar aqui, o “vermelho” sai “azul” — ou pior, texto na mesma cor do tecido.

Passo 4 — Entrar no ecrã de programação da ordem de cores/agulhas

  1. Acção: Premir o botão com ícone de barco e seta para a direita (no vídeo, letra C).
  2. Ecrã: Aparece C1 (Bloco de Cor 1), seguido de C2, C3, etc.
  3. Programação: Usar C+ (ou o teclado numérico) para atribuir um número de agulha a cada bloco.

Exemplo de sequência (como no vídeo):

  • C1 atribuído à Agulha 4.
  • C2 atribuído à Agulha 1.
  • C3 atribuído à Agulha 9.
  • C4 atribuído à Agulha 3.

Âncora auditiva: Ouvir os beeps à medida que cada escolha fica registada.

Pressing the manual needle change button to move head position.
Manual Head Movement

Nota de produção: “ordem de agulhas” é competência de fluxo, não só uma definição

Quem está a começar tende a trocar cones para cada trabalho. Em produção, o ganho vem de padronizar.

Estratégia de “mapa de agulhas da casa”: Numa máquina de 9 agulhas, manter cores base (por exemplo, Preto, Branco, Vermelho, Azul-marinho, Azul Royal, Dourado) sempre nas mesmas agulhas (por exemplo, 1 a 6). Reservar 7, 8 e 9 para cores especiais.

  • Vantagem: reduz tempo de preparação.
  • Vantagem: reduz erros de enfiamento/linha na agulha errada.

Se houver necessidade de reenfiar 9 agulhas em praticamente todos os trabalhos, isso costuma indicar um fluxo pouco eficiente. Em oficinas em crescimento, esta ineficiência é muitas vezes o motivo para adicionar uma segunda máquina de bordar barudan ou uma unidade multiagulhas dedicada para paletas de cor diferentes.

The embroidery head physically moving to needle position 9.
Head Movement

Centrar o bastidor usando mudança manual de agulha

Agora passa-se para a parte física. Aqui, olhos e mãos têm de trabalhar em conjunto.

Passo 5 — Confirmar a velocidade inicial (como no vídeo)

No ecrã, aparece Starting Speed = 650 RPM.

Zona segura para iniciantes: Para as primeiras dezenas de horas, ou sempre que se corre um desenho novo/arriscado, 600–700 RPM é uma zona conservadora.

  • Demasiado lento (abaixo de 400): pode aumentar quebras de linha por falta de “embalo” na passagem pelas tensões.
  • Demasiado rápido (900+): uma agulha partida pode causar danos e o calor por fricção pode afectar linhas sintéticas e alguns materiais.
Using the arrow keys on the pantograph control to move the hoop.
Hoop Movement Control

Passo 6 — Mudar manualmente para uma agulha preferida para fazer a visada

No vídeo, é demonstrado um truque útil: mover a cabeça para a Agulha 9 (extremo direito) para facilitar a centragem.

  1. Acção: Premir o botão do ícone de agulha/método (mudança manual de agulha).
  2. Confirmação: O ecrã pede confirmação.
  3. Acção: Premir o botão verde “Start” (Iniciar).
  4. Movimento: A cabeça desloca-se fisicamente para a direita.

Porquê a Agulha 9? Em muitas configurações, a agulha mais à direita dá melhor linha de visão para o calcador e para o “ponto de queda” da agulha, com menos obstrução do corpo da cabeça.

Needle 9 positioned over the blue hoop to check centering alignment.
Hoop Centering

Passo 7 — Centrar o bastidor com as teclas de setas (inclui deslocação rápida)

  1. Alinhamento: Com a Agulha 9 posicionada, usar as setas para mover o pantógrafo.
  2. Deslocação rápida: Manter uma seta premida por mais de 3 segundos para acelerar o movimento.
  3. Precisão: Fazer micro-ajustes com toques curtos até a ponta da agulha ficar exactamente sobre a marca de centro no tecido.

Verificação sensorial: Confirmar o alinhamento olhando de dois ângulos (frente e lateral). O erro de paralaxe (olhar “de lado”) pode enganar 2–3 mm.

Dica prática: marcas de centro só funcionam se a tensão de montagem no bastidor for consistente

Pode-se alinhar perfeitamente no painel, mas se a montagem no bastidor estiver instável, o bordado falha. Aqui entra a armadilha das marcas do bastidor.

  • Sintoma: Apertar demasiado um bastidor tradicional para não escorregar e acabar com um anel brilhante/pressionado que não sai com vapor.
  • Reacção comum: Aliviar a pressão no trabalho seguinte — e a peça desliza durante o bordado, deslocando o centro.

Prescrição de produtividade (sem promessas exageradas): Se houver dificuldade com peças grossas (casacos) que “saltam” do bastidor, ou com malhas técnicas que marcam com facilidade, pode ser uma limitação do sistema de bastidor.

Aviso
Manter mãos, ferramentas e roupa solta afastadas da zona da agulha e do pantógrafo em movimento durante a mudança manual de agulha e a deslocação por setas. Os motores têm binário elevado e podem entalar dedos contra a estrutura.
Pressing the 'Drive Mode' button to engage the machine (LED turns solid).
Engaging Drive Mode

Fazer o trace do desenho por segurança

O trace não é opcional. É a forma mais directa de confirmar: “o desenho cabe no bastidor sem colisões”.

Passo 8 — Entrar em modo Drive (obrigatório para trace e bordar)

A Barudan distingue entre Edit Mode (editar) e Drive Mode (pronto a bordar).

  • Verificação visual: Em Edit, a luz de Drive está a piscar.
  • Acção: Premir o botão Drive/Embroidery (ícone tipo zig-zag/agulha).
  • Métrica de sucesso: A luz fica fixa. A máquina está pronta.
Navigating to Menu D for the Trace function.
Selecting Trace

Passo 9 — Executar o trace (verificação de limites)

  1. Acção: Premir Menu três vezes até encontrar a opção D (ícone: quadrado/trace).
  2. Acção: Iniciar a função (no vídeo, ao seleccionar D, o trace arranca).
  3. Observação: A agulha seleccionada (no vídeo, a Agulha 9) percorre o perímetro máximo da área do desenho.

O que observar: Não olhar apenas para o ecrã. Observar o calcador/agulha em relação ao bastidor. Se passar demasiado perto da parede do bastidor, o risco de choque aumenta.

LCD screen showing X/Y dimensions during the physical trace.
Tracing Data

O que fazer se o trace ficar demasiado perto da borda do bastidor

Se o trace aproximar a agulha perigosamente do bastidor, parar. Não “arriscar”.

  • Opção A: Reduzir o desenho (por exemplo, 5–10%).
  • Opção B: Voltar a montar no bastidor com um bastidor maior.

Árvore de decisão — escolha de estabilizador (rápida e prática)

O estabilizador (entretela) é a base do bordado. Uma base instável dá problemas em tudo o resto.

  • Cenário A: Tecido elástico (T-shirts, polos, hoodies)
    • Decisão: Estabilizador de recorte (cutaway).
    • Porquê: Malhas esticam; com rasgável, o ponto pode “puxar” e abrir falhas. O cutaway dá suporte permanente.
  • Cenário B: Tecido estável (ganga, lona, sarja, bonés de tecido firme)
    • Decisão: Estabilizador rasgável (tearaway).
    • Porquê: O tecido já suporta; o estabilizador serve sobretudo para estabilidade no bastidor.
  • Cenário C: Pelo alto (toalhas, polar)
    • Decisão: Rasgável + topping solúvel em água.
    • Porquê: O topping evita que o ponto “afunde” no pelo.

No vídeo, é visível a utilização de cutaway, que é uma escolha conservadora e segura para muitas aplicações em vestuário.

The blue hoop moving physically while tracing the design area.
Physical Pattern Trace

Iniciar a máquina e despiste básico

Passo 10 — Começar a bordar

Com o trace validado e a luz de Drive fixa:

  1. Acção: Premir o botão verde “Start” (Iniciar).
  2. Verificação sensorial: Sentir uma vibração regular na mesa. Se surgir um “clank” metálico repetido, parar de imediato — pode indicar contacto com um objecto rígido (bastidor/acessório).
Pressing the green Start button to begin stitching.
Starting Machine

Checklist de operação (fim de operação)

  • [ ] Carregamento: Confirmar que houve beep após carregar o desenho.
  • [ ] Verificação: Confirmar no menu B que o nome do ficheiro é o correcto.
  • [ ] Mapa de cores: Confirmar no menu C que a sequência (C1, C2…) corresponde às linhas montadas.
  • [ ] Visada: Confirmar centragem do bastidor com a agulha de visada (Agulha 9).
  • [ ] Pronto: Confirmar luz de Drive fixa.
  • [ ] Segurança: Executar o trace e confirmar folga visual suficiente em relação ao bastidor.
  • [ ] Velocidade: Manter RPM na zona segura (600–700) no arranque.

Despiste 1 — Quebra de linha ou necessidade de recuar pontos

Sintoma: A linha desfaz-se/quebra, ou a bobina termina. A máquina pára e ficam “falhas” no desenho.

  • Causa: Tensão, agulha com rebarba/desgastada, ou linha de baixa qualidade.
  • Solução: Reenfiar/corrigir. Depois, manter premido o botão Stop.
  • Resultado: A máquina recua ponto a ponto. Recuar alguns pontos antes da quebra para garantir sobreposição e fecho correcto.

Despiste 2 — Precisa de editar após carregar, mas a máquina não deixa

Sintoma: Tenta carregar outro desenho ou alterar definições e a máquina apita e bloqueia.

  • Causa provável: Ainda está em Drive Mode (luz fixa). Em Drive, a máquina bloqueia edição por segurança.
  • Solução: Manter premido o botão Drive/Embroidery até ouvir beeps e a luz voltar a piscar (Edit).
Holding down the Drive button to switch back to Edit mode.
Exiting Drive Mode

Atenção (dúvida recorrente): “Erro D14 / barra start-stop”

Um erro D14 costuma estar relacionado com a posição/sensor da barra de Start/Stop.

  • Diagnóstico: Confirmar se a barra está na posição neutra (centro) e não fisicamente presa em “Stop” ou “Start”.
  • Manutenção: Acumulação de cotão pode interferir com sensores. Ar comprimido (aplicado com cuidado) pode ajudar em alguns casos.

Checklist de preparação (fim de preparação)

Antes de ligar a máquina, garantir que estes “consumíveis escondidos” estão prontos:

  • [ ] Agulhas: Se a agulha já trabalhou muitas horas, trocar. Uma agulha barata protege uma peça cara.
  • [ ] Bobina: Está cheia? Uma bobina baixa costuma dar ponto irregular no avesso.
  • [ ] Ferramentas: Tesouras de corte, pinça e caneta solúvel em água para marcar centros.
  • [ ] Lubrificação: Confirmar óleo no gancho conforme o plano de manutenção.

Se a montagem no bastidor estiver a causar fadiga (muito esforço físico), vale a pena avaliar uma colocação de bastidor para máquina de bordar. Cansaço leva a bastidores tortos; uma estação ajuda a repetir posicionamentos com consistência.

Checklist de configuração (fim de configuração)

Executar esta sequência imediatamente antes de iniciar:

  • [ ] Desenho carregado e beep confirmado.
  • [ ] Rotação (ícone F) coerente com a peça.
  • [ ] Cores programadas (C1, C2…).
  • [ ] Mudança manual para Agulha 9 executada.
  • [ ] Bastidor centrado com setas.
  • [ ] Drive activo (luz fixa).
  • [ ] Trace concluído.

Para oficinas a passar de hobby a produção, os bastidores de bordado para barudan são fiáveis, mas a montagem pode ser mais lenta. Um sistema de bastidor de bordado magnético para barudan pode facilitar a colocação de artigos volumosos que são difíceis de prender em bastidores tradicionais.

Aviso
Bastidores magnéticos usam ímanes de neodímio de alta força e representam risco sério de entalamento. Manter os dedos fora da zona de contacto. Pessoas com pacemaker devem manter distância conforme indicação do fabricante do dispositivo médico.

Resultados: como é “bem feito”

Quando este fluxo é executado correctamente, o resultado é “aborrecido” — no melhor sentido.

  • A máquina trabalha com som regular (sem pancadas).
  • O trace passa com folga.
  • As mudanças de cor acontecem na ordem certa.

No bordado, o sucesso não é magia; é consistência.

Se houver gargalos repetidos — por exemplo, 5 minutos a montar no bastidor para 2 minutos de bordado — é altura de auditar ferramentas e processo. Está a “lutar” com o bastidor? Avaliar estações de colocação de bastidores. Está a “lutar” com escorregamento do tecido? Considerar bastidores de bordado mighty hoops para barudan ou soluções magnéticas equivalentes. Está sempre a reenfiar por causa de paletas de cor diferentes? Pode ser sinal de que é preciso organizar melhor o ambiente multiagulhas para produção.

Dominar o painel, respeitar a física do bastidor e a Barudan pode servir durante décadas.