Corrigir falsos erros de quebra de linha na Ricoma MT-1501 (agulhas ímpares/pares): substituir corretamente o chicote do sensor de linha

· EmbroideryHoop
Se a sua máquina de bordar Ricoma industrial continua a parar com um falso aviso de quebra de linha — sobretudo quando o problema aparece apenas nas agulhas ímpares ou apenas nas pares — este guia mostra como confirmar o diagnóstico através do comportamento do LED na roda de tensão, abrir em segurança a caixa do sensor, substituir o chicote (harness) do sensor de quebra de linha (incluindo o número de peça partilhado nos comentários), voltar a fixar o cabo sem danificar cablagens adjacentes e validar a reparação com um teste controlado, para voltar à produção sem ter de “tomar conta” da máquina a cada poucos segundos.

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Índice

Diagnóstico de falsos avisos de quebra de linha em máquinas Ricoma

Há um tipo de silêncio numa oficina de bordados que qualquer operador teme. Não é o silêncio de um trabalho terminado; é o clunk-clunk-stop abrupto e repetitivo de um falso aviso de quebra de linha. A máquina acusa “quebra”. Vai-se lá, já com a frustração a subir, e afinal a linha está intacta, a agulha continua enfiada e a tensão parece “apertada” como pele de tambor.

Carrega-se em Start. Três segundos depois: Stop.

Deixa-se de ser bordador; passa-se a ser “babysitter” da máquina.

Neste guia em estilo “white paper”, vamos desmontar o problema com método. Não se trata apenas de trocar um cabo: trata-se de diagnosticar uma falha de comunicação específica entre os sensores de quebra de linha e a electrónica (a “cabeça”) da máquina. Este problema costuma ter uma impressão digital muito característica: a falha repete-se em todas as agulhas ímpares (1, 3, 5…), enquanto as pares bordam normalmente. Este padrão é um indicador forte — afasta erros simples de enfiamento e aponta para um problema de sinal/hardware.

máquina de bordar ricoma mt-1501

Ricoma embroidery machine stitching with odd needle failure
The machine stops sewing abruptly on odd needles, indicating a false thread break error.

Sintomas de falha por grupo (ímpares/pares)

Para resolver de forma eficiente, é essencial confirmar que se está a atacar o problema certo. Uma quebra real deixa a linha solta/partida. Um falso positivo (erro de sensor) deixa a linha tensa e ainda passada no olho da agulha.

Com base no vídeo e no que se observa na prática, esta é a “impressão digital” típica desta avaria:

  • Paragem “fantasma”: a máquina dá alguns pontos (muitas vezes 4 a 10) e pára de forma abrupta.
  • Verificação visual: a linha superior continua enfiada no olho da agulha.
  • Padrão por grupo: o problema acontece de forma consistente num grupo (normalmente ímpares) e o outro grupo trabalha bem. Nota: em algumas variações/revisões, isto pode aparecer ao contrário (pares falham, ímpares funcionam), mas o que interessa é a separação por grupo.
  • Teste do LED: o comportamento do LED na roda de tensão difere entre o grupo “bom” e o grupo “mau”.

Na prática, é comum surgir a dúvida se isto é “do ficheiro” (digitalização) porque, por vezes, um desenho corre bem numa primeira passagem e na segunda começa o ciclo “pára/arranca/pára/arranca”, tornando a produção dolorosamente lenta.

Regra prática (para separar digitalização vs. hardware):

  • Provavelmente digitalização se: a máquina pára sempre no mesmo ponto do desenho (mesma zona/coordenada) e isso acontece independentemente da agulha usada.
  • Provavelmente hardware/sensor se: a falha se agrupa por agulhas (ímpares vs. pares) e aparece em vários desenhos.

Interpretar as luzes da roda de tensão

A máquina “fala” através das luzes. O suporte da Ricoma indicou um sinal de diagnóstico crítico (usado no vídeo) — e é esse que vamos usar como verificação principal.

Teste sensorial (LED):

  1. Ligar a máquina.
  2. Seleccionar uma agulha que esteja a funcionar (por exemplo, Agulha 2).
  3. Rodar manualmente a roda de verificação de tensão (a pequena roda atrás do botão de tensão).
  4. Observar: o LED deve piscar Verde e Vermelho. Isto indica que a roda óptica está a rodar e o sensor está a ler impulsos de “movimento” (Verde) e “paragem” (Vermelho).

Depois, repetir numa agulha que esteja a falhar (por exemplo, Agulha 3):

  • Estado de falha: a luz mantém-se a piscar apenas Vermelho (ou Vermelho fixo) enquanto se roda a roda.

Esse comportamento “só Vermelho” equivale a: “não estou a detectar movimento”. No caso mostrado, isto confirmou que o problema estava no chicote (harness) do sensor de quebra de linha — ou seja, no caminho do sinal para aquele grupo de agulhas.

Checking thread break sensor lights on tension wheels
Checking the tension wheels; a properly working sensor flashes red and green, but the faulty one stays red.

Trabalhar com o suporte Ricoma (e porque faz diferença)

No vídeo, a autora contactou o suporte Ricoma, que recomendou encomendar uma peça de substituição: um chicote do sensor de quebra de linha.

Porque é que o diagnóstico evita a “troca às cegas”: Há quem substitua a placa/sensor e acabe por piorar a situação (por exemplo, passar de algumas agulhas afectadas para todas). Isto reforça um ponto importante: nestas máquinas, a “placa/sensor” (o componente azul) e o chicote (o cabo) são peças diferentes. Um cabo preso, dobrado ou com mau contacto pode imitar um sensor avariado.

Dados úteis para falar com o suporte (ou para encomendar a peça):

  1. Sintoma: “Falso aviso de quebra apenas nas agulhas ímpares (ou pares).”
  2. Diagnóstico: “No teste da roda de tensão, o LED não pisca verde nas agulhas afectadas.”
  3. Verificação: “A linha está intacta e bem enfiada.”

máquina de bordar ricoma

Aviso
Segurança eléctrica e electricidade estática (ESD). Antes de abrir qualquer caixa/cobertura, desligar a máquina e retirar a ficha da tomada. Trabalhar com apoio estável (usar um escadote/banqueta se necessário). Antes de tocar na placa, tocar num metal ligado à terra para descarregar electricidade estática — uma descarga ESD pode danificar componentes sensíveis.

Ferramentas e peças necessárias

A reparação é simples do ponto de vista mecânico, mas exige “higiene de cablagem”: encaminhar e fixar os cabos para não ficarem presos nem vibrarem até falhar novamente.

Holding the replacement thread break sensor harness
The replacement harness part sent by Ricoma support to fix the sensor communication issue.

Chicote de substituição do sensor

A Ricoma enviou a peça descrita no vídeo como um “harness do sensor de quebra de linha”. Nos comentários, foi partilhado o número de peça Ricoma: 03154339MT.

Nota sobre variações de modelo: se tiver um modelo diferente (por exemplo, TC-1501, 8S ou BAI 1501), o conceito é o mesmo, mas a localização dos conectores pode variar. Confirmar sempre no manual do seu modelo e/ou com o suporte.

Ferramentas obrigatórias: chave e alicate de corte

Não improvisar. Uma chave errada estraga cabeças de parafuso; tesouras rombas em abraçadeiras podem cortar fios.

  • Chave Phillips (#2): idealmente magnética para segurar os parafusos.
  • Alicate de corte raso / alicate de precisão (snips): para cortar abraçadeiras sem “morder” cabos.
  • Escadote/banqueta: para ter acesso confortável à caixa electrónica no topo.
  • Saco pequeno ou taça magnética: para guardar os parafusos assim que saem.
Unscrewing electronics box on machine head
Using a Phillips screwdriver to remove the top screws securing the electronics housing.

Lista de preparação (consumíveis e verificações)

O objectivo é evitar o momento “faltam-me abraçadeiras” com a máquina aberta.

Consumíveis (muitas vezes esquecidos):

  • Abraçadeiras (zip ties): vai cortar as originais e deve voltar a fixar o chicote para evitar vibração.
  • Luz de trabalho: sombras dentro da cabeça dificultam ver patilhas e cabos.

Verificações antes de trocar o chicote (culpados de baixo custo):

  • Linha da bobina e zona da chapa da agulha: remover fios soltos/fiapos e verificar se não há obstruções.
  • Agulhas: verificar se estão em bom estado; uma agulha danificada pode criar atrito e simular “quebra”.
  • Percurso da linha superior: confirmar que está correctamente assentada nos discos/guia-fios.

Checklist (fim da preparação):

  • [ ] Confirmação do padrão: confirmado por teste curto (grupo ímpar vs. par).
  • [ ] Teste do LED: realizado o diagnóstico Vermelho/Verde na roda de tensão.
  • [ ] Limpeza rápida: removidos fios soltos na zona da bobina e sob a chapa.
  • [ ] Ferramentas e peça: chave Phillips, alicate de corte, abraçadeiras e chicote de substituição prontos.
  • [ ] Referência: tirada uma foto ao encaminhamento original do cabo.

máquina de bordar ricoma

Guia de reparação passo a passo

A sequência segue o vídeo, com “paragens de segurança” para evitar erros comuns.

Remover a cobertura da caixa electrónica

O alvo é a pequena caixa na cabeça da máquina, normalmente protegida por uma tampa plástica.

Passos:

  1. Localizar os parafusos: com a chave Phillips, desapertar os dois parafusos superiores.
  2. Segurar a tampa: apoiar a tampa com a outra mão para não cair.
  3. Acesso à placa: retirar a tampa para expor a placa e as ligações do sensor.
Inside the sensor electronics box
The cover is open, revealing the motherboard where the harness connects.

Ponto de controlo: inspecionar visualmente. Garantir que não há detritos soltos e que se vê claramente onde o chicote liga.

Desligar o chicote com defeito

Primeiro desliga-se o “caminho antigo” antes de montar o novo.

Passos:

  1. Lado do sensor: desligar o chicote do componente azul do sensor.
  2. Lado da placa: desligar o chicote da placa principal.
    • Dica: pode existir uma patilha de bloqueio. Não puxar pelos fios; puxar pelo corpo do conector.
Cutting zip ties inside the machine head
Carefully snipping the zip tie that holds the sensor harness to the frame.

Libertar o cabo:

  1. Cortar a abraçadeira: com o alicate de corte, cortar a abraçadeira que prende o conjunto.
    • Crítico: cortar apenas o plástico, mantendo o corte paralelo aos fios.
  2. Soltar do retentor/espiral: libertar o cabo do suporte plástico e desenrolar a protecção em espiral.
  3. Remover: retirar o chicote antigo com cuidado.
Plugging new harness into motherboard
Connecting the new harness plug into the motherboard port.
Aviso
Risco de cortar cabos adjacentes. Ao cortar abraçadeiras dentro da cabeça, há cabos de sinal delicados muito próximos. Um corte errado pode transformar uma reparação simples numa avaria cara. Trabalhar devagar e com boa iluminação.

Ponto de controlo: comparar o chicote antigo com o novo (comprimento e tipo de conectores) antes de instalar.

Instalar e fixar o novo chicote

Instalar é o inverso de remover, mas a diferença entre uma reparação “profissional” e uma temporária está na fixação e no encaminhamento.

  1. Ligar à placa: ligar o novo chicote à placa principal; deve ficar bem encaixado.
  2. Encaminhamento: passar o cabo pelo orifício, seguindo o mesmo trajecto do original.
Wrapping plastic spiral wrap around new cable
Re-wrapping the plastic spiral shielding around the new harness wire for protection.
  1. Protecção do cabo: voltar a enrolar a protecção em espiral (plástico) no chicote novo, como no original.
Securing new harness with zip tie
Securing the new harness assembly with a zip tie to prevent movement.
  1. Fixação: colocar uma nova abraçadeira no ponto de ancoragem para impedir movimento.
Trimming the zip tie tail
Trimming the excess tail from the zip tie for a clean finish.
  1. Corte do excesso: cortar a ponta da abraçadeira rente.
Aligning screw holes on sensor box cover
Aligning the screws to close the sensor housing box after the repair.

Ponto de controlo — tensão “no ponto”:

  • Demasiado solto: vibra e pode criar fadiga/maus contactos.
  • Demasiado apertado: pode esmagar o isolamento e danificar o cabo.
  • Correcto: fica firme, mas sem aspecto “estrangulado”; deve haver uma ligeira folga ao toque.

máquina de bordar ricoma mt 1501

Checklist de montagem (antes de fechar)

Antes de fechar a tampa, confirmar:

  • [ ] Conectores encaixados: ligações na placa e no sensor azul totalmente inseridas.
  • [ ] Orientação correcta: patilhas/clips alinhados (não forçar ao contrário).
  • [ ] Protecção aplicada: espiral recolocada na zona vulnerável.
  • [ ] Alívio de tensão: abraçadeira instalada — firme, sem esmagar.
  • [ ] Folgas e furos: nenhum cabo a passar por cima de um furo de parafuso.
  • [ ] Sem detritos: não ficaram parafusos soltos nem restos de abraçadeiras dentro da caixa.

Remontagem (fechar a caixa)

  1. Passar o cabo pela ranhura prevista na tampa.
  2. Alinhar a tampa com os furos.
  3. Apertar os parafusos até ficarem justos. Não apertar em excesso em plástico.
Reattaching the outer cover clip
Snapping the outer cosmetic cover piece back onto the sensor assembly.
  1. Encaixar novamente a cobertura exterior.
Testing embroidery on odd needle
Running a test stitch on needle 3 to verify the repair.

Ponto de controlo: a tampa deve fechar sem esforço. Se for preciso forçar, parar e rever o encaminhamento — é sinal de cabo preso.

Nota rápida: porque é que isto acontece

A falha do chicote raramente é “cobre mau”. Muitas vezes é desgaste por vibração e micro-movimentos nos conectores (mau contacto intermitente). A electrónica interpreta um sinal instável como condição de segurança e acusa “quebra de linha”. Substituir o chicote renova o caminho de sinal e estabiliza a leitura.

Verificar a reparação

Verificar não é “ligou”. Verificar é “aguentou um teste”.

Fazer pontos de teste nas agulhas afectadas

No vídeo, é testada a agulha 3 (uma das que falhava).

Machine stitching successfully without error
The machine continues stitching past the point where it previously failed.

Depois confirma-se noutras agulhas do mesmo grupo (por exemplo, 5 e 7).

Testing another odd needle to confirm
Confirming the fix by testing another odd-numbered needle (number 7).

Protocolo de verificação:

  1. Seleccionar um desenho que antes provocava facilmente o erro.
  2. Seleccionar uma agulha do grupo que falhava (ex.: #3).
  3. Correr um teste e confirmar que a máquina continua a bordar para lá dos primeiros segundos.
  4. Métrica de sucesso: não pára com falso erro e o som de costura mantém-se contínuo.

Confirmar o piscar verde nas luzes

Voltar ao teste sensorial: rodar manualmente a roda de tensão na agulha testada.

  • Resultado esperado: deve agora piscar Vermelho/Verde.

Checklist final (fim da operação)

  • [ ] Teste no grupo afectado: teste feito numa agulha do grupo (Passa/Falha).
  • [ ] Teste adicional: teste feito noutra agulha do mesmo grupo (Passa/Falha).
  • [ ] Teste de controlo: teste numa agulha do grupo “bom” para garantir que não houve regressão (Passa/Falha).
  • [ ] Luzes: LED a piscar Verde/Vermelho nas agulhas testadas.
  • [ ] Fecho: caixa bem fechada, sem vibrações/ruídos.

Resolução de problemas (quando a solução não “pega”)

A reparação de hardware nem sempre é linear. Usar esta lógica se o problema persistir.

Sintoma: pára após 4 pontos (paragem imediata)

Causa provável: o sistema está a ler “circuito aberto” (sem sinal de movimento).

Correcção:

  1. Confirmar se o conector ficou totalmente encaixado.
  2. Confirmar orientação/patilhas (não forçar ao contrário).

Sintoma: acontece nas agulhas pares em vez das ímpares

Causa provável: variação de cablagem/placa ou falha no grupo oposto.

Correcção: documentar o padrão e repetir o teste do LED. Se o grupo afectado ficar “só Vermelho”, o diagnóstico mantém-se: problema no caminho de sinal do sensor.

Sintoma: paragens “fantasma” intermitentes (corre uma vez, falha noutra)

Causa provável: vibração e mau aperto/encaminhamento (conector a mexer ou cabo em tensão).

Correcção: rever a fixação com abraçadeira e o trajecto do cabo. Garantir que o chicote não fica esticado quando a cabeça se desloca para extremos (ex.: agulha 1 ou 15).

Árvore de decisão: isolar o componente

  1. Verificar a linha: a linha está realmente partida?
    • Sim: é problema de tensão/agulha/percurso (não é este caso).
    • Não: avançar.
  2. Verificar o padrão: falha apenas num grupo (ímpares ou pares)?
    • Sim: avançar.
    • Não (aleatório): verificar sujidade/obstruções e assentamento da linha.
  3. Verificar o LED: ao rodar a roda, pisca Verde/Vermelho?
    • Sim: o sensor está a ler movimento; rever enfiamento e assentamento nos discos.
    • Não (só Vermelho): falha de sensor/chicote; avançar com substituição do chicote.

Resultados

Após substituir o chicote do sensor de quebra de linha e o voltar a fixar correctamente (firme, mas sem esmagar), as agulhas do grupo que falhava voltaram a trabalhar de forma contínua. O ciclo de “tomar conta” da máquina desaparece quando o sinal volta a ser estável.

Valor desta reparação (sem promessas de custo):

  • Impacto: recuperar a capacidade de produção do conjunto de agulhas afectado.
  • Boa prática: encaminhamento e fixação correctos ajudam a evitar recorrência.

máquina de bordar de 15 agulhas

Caminho de melhoria (para produção)

Este tutorial focou-se numa reparação de hardware, mas há um ponto operacional importante: paragens e instabilidade custam tempo.

Algumas paragens que parecem “da máquina” podem ser agravadas por preparação de material (tensão no bastidor, tecido a “bater”/flagging) e por marcas do bastidor em tecidos sensíveis.

Melhorias de fluxo de trabalho (sem substituir o diagnóstico):

  1. Estratégia de estabilizador:
    Em malhas/tecidos elásticos, um estabilizador inadequado pode permitir movimento excessivo. Ajustar o estabilizador ao material ajuda a reduzir vibração do tecido durante o bordado.
  2. Ferramentas de montagem no bastidor:
    Se há esforço repetitivo na colocação e se surgem marcas do bastidor em materiais sensíveis (ex.: polos), pode fazer sentido avaliar bastidores magnéticos, tendo em conta as exigências do trabalho.
  3. Redundância em produção:
    Em ambiente industrial, ter mais do que uma máquina reduz o impacto de paragens por manutenção.

máquinas de bordar industriais

Aviso
Segurança com bastidores magnéticos. Bastidores magnéticos usam ímanes fortes e podem entalar dedos. Manter afastado de pacemakers e dispositivos médicos implantados. Separar os ímanes deslizando, sem deixar “bater” de forma descontrolada.

Última nota sobre colocação no bastidor

A troca do chicote corrige o sinal, mas uma boa montagem no bastidor ajuda a estabilizar o processo. Se o tecido estiver a “flutuar” (flagging), mesmo um sensor novo pode acusar paragens. Garantir que o material fica bem estabilizado e com tensão uniforme no bastidor.

colocação de bastidor para máquina de bordar